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O Cristo Morto de Pedro Américo: Edição especial 2019
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O Cristo Morto de Pedro Américo: Edição especial 2019

Forfatter:
Portugisisk
Pr logoAh A doce fase de nossa vida a que chamamos de adolesc ncia. Erramos s por errar. Nos rebelamos contra tudo. Temos as ideias e as inten es mais louv veis que possa existir. O brilho em nossos olhos demonstra toda a intensidade de nossas vibra es e esta energia gasta muitas vezes em ideias mirabolantes e infundadas. Tal como esta est ria. A est ria de como um "Cristo Morto" poderia ter mudado o perfil social de uma pobre gente faminta, e mudado os par metros de desenvolvimento de uma pequena cidade do interior do estado da Para ba no Nordeste do Brasil. Areia.Introdu oAreia Cidade de clima muito agrad vel localizada na serra da Borborema a cerca de 130 km de Jo o Pessoa, capital do estado da Para ba. Atingindo uma altitude de 1700 m, as chuvas nesta regi o s o muito constantes, o que originou o nome carinhoso desta pacata cidade de: "Brejo de Areia". A sua popula o composta na maioria, por trabalhadores rurais, pequenos comerciantes, agricultores e pecuaristas. Como ocorria em todas as cidades do interior do Nordeste em Areia tamb m era comum a pr tica do "Coronelismo" *. A elite social, elegia o Prefeito e ele dirigia o rumo do desenvolvimento da cidade, para dentro das cercas de suas vistosas propriedades repletas de planta es e cria es afim. Enquanto isto, o povo nem se quer era reconhecido como gente. Criaturas famintas moravam ainda em habita o de pau-a-pique. Nem mesmo o Clero, representado pelo mission rio que administrava a elegante Igreja da cidade, se importava com os miser veis e necessitados. Lembro-me com lam ria de uma breve visita do bispo a cidade de Areia em que, um dia antes de sua chegada, na missa do dia, o padre pediu a todos os filhos ilustres de Areia, presentes para o cl rigo. "O bispo gosta muito de laranja..." dizia o Padre ao decorrer da missa, dirigindo-se a um dos fidalgos. "_Ele iria ficar muito contente se ganhasse uma daquelas suas vacas pintadas, senhor Borjes..." E assim foi feita a bel ssima recep o do honrado religioso. Este era o trabalho social do representante de Deus na cidade de Areia, servir a quem n o precisava. Contudo a cidade ainda era afamada por ser terra natal do grande pintor Pedro Am rico. Na simpl ria casa em que nascera o pintor, hoje "Museu de Pedro Am rico", encontra-se v rios objetos que lhe pertenceram. Desenhos, paletas, livros pessoais e at palmat ria, com a qual os seus pais, o reprimiam. Um pequeno quadro pintado em pastel compondo um dos, "Cristo Morto", pintado em 1901, e um autorretrato do pintor sem data, eram as nicas obras de pinturas originais no acervo do museu. A pequena pinacoteca do grande pintor Em contraste com a pobreza do acervo art stico e a falta de homenagens ao grande pintor reconhecido mundialmente, as homenagens a pol ticos e religiosos se destacavam consumindo dos fundos p blicos e dos fundos da Igreja, montantes incalcul veis. Isso acontece em todo nordeste do Brasil at os dias atuais. (Esta era a minha nica vis o nesta poca em que eu era adolescente).
Forfatter
Otin Lumâ
ISBN
9781794673298
Språk
Portugisisk
Vekt
213 gram
Utgivelsesdato
1.1.2019
Antall sider
110