Nas ltimas duas d cadas, o panorama da convers o eletromec nica de energia foi silenciosamente reescrito por duas for as convergentes: o crescimento explosivo dos semicondutores de banda larga e a procura incessante de maior densidade de pot ncia, toler ncia a falhas e resposta transit ria em acionamentos cr ticos para a seguran a. Estas for as levaram o paradigma trif sico aos seus limites t rmicos, magn ticos e de controlo, e catapultaram as m quinas multif sicas de man permanente da curiosidade acad mica para o hardware convencional em propuls o el trica de aeronaves, sistemas de energia integrados a bordo de navios, tra o h brida para servi o pesado, comboios de compressores de alta velocidade e turbinas e licas de ltima gera o. Entre os muitos candidatos multif sicos, a m quina s ncrona de man permanente trif sica dupla (ou hexaf sica assim trica) emergiu como a topologia de ado o mais r pida, uma vez que duplica elegantemente o n mero de graus de liberdade de controlo, ao mesmo tempo que herda a cadeia de ferramentas de fabrico consolidada dos estatores trif sicos convencionais.