Foram efectuados estudos sobre os efeitos de arrastamento da volatilidade dos pre os do petr leo sobre os pre os dos alimentos, tanto no per odo pr -crise como no per odo p s-crise. No entanto, o que tem sido pouco estudado s o os efeitos de arrastamento da volatilidade dos pre os do petr leo sobre os pre os urbanos dos g neros aliment cios e os pre os rurais dos g neros aliment cios. A disparidade entre as despesas rurais e urbanas na Nig ria uma rea que pode ser mais explorada atrav s da avalia o dos efeitos das repercuss es da volatilidade dos pre os do petr leo nos pre os dos alimentos nestas reas. Por conseguinte, este estudo adopta o modelo GARCH (1, 1)-TY para avaliar a fun o de resposta ao impulso e a decomposi o da vari ncia destes efeitos nos pre os dos produtos alimentares nos per odos pr -crise e p s-crise. Os resultados mostram que, em toda a amostra e nos per odos p s-crise, tanto o pre o agregado dos alimentos (APF) como o pre o m dio urbano dos alimentos (APFU) respondem positivamente aos choques do pre o do petr leo, enquanto o pre o m dio rural dos alimentos (APFR) responde negativamente aos choques do pre o do petr leo. No entanto, a resposta do pre o m dio urbano dos produtos alimentares revela-se mais significativa nos per odos p s-crise, uma vez que parece ser relativamente mais afetado neste per odo por uma maior percentagem de choques do pre o do petr leo.